28 de jan. de 2014

Tomb Raider Definitive Edition: veja as novidades da nova versão do game

Tomb Raider: Definitive Edition é uma versão redesenhada de “Tomb Raider”, lançado em 2013 para PlayStation 3Xbox 360 e PC, mas com um visual ainda mais atrativo, e que será voltada para os consoles da nova geração. Os gamers do PlayStation 4 e do Xbox One agora terão a oportunidade de conhecer a mais nova aventura de Lara Croft. Além de mais bonito, o jogo terá vários conteúdos extras. Veja as novidades e as polêmicas que envolvem o game.
Tomb Raider: Definitive Edition chega no dia 28 de janeiro (Foto: Divulgação/Square Enix)
Em termos de aventura e gameplay, é exatamente o mesmo jogo. Porém, o game tem um novo motor gráfico dedicado a elevar a experiência visual, da antiga para a geração nova de consoles. A Square Enix utilizou novas tecnologias para fazer com que não só Lara, cujo aspecto foi totalmente renovado, como o ambiente do game, ficassem ainda mais reais do que a interface da premiada versão para a “antiga geração”.
Uma nova Lara Croft
O corpo e o rosto de Lara estão diferentes da versão do game para PlayStation 3 e Xbox 360. Uma das críticas da versão anterior era de que a textura da pele e, principalmente, o cabelo de Lara não eram tão reais. Os desenvolvedores, então, resolveram dar um maior foco a isso – e também aumentaram as curvas do seu corpo, deixando-a ainda mais sexy.
Lara está bem diferente no novo game (Foto: Reprodução/IGN)
Scot Amos, produtor executivo do game, disse que a ideia inicial era somente atualizar sua pele ou adicionar alguns polígonos extras, mas percebeu que o hardware dos novos consoles permitia que se realizasse algo mais complexo. Por isso, ele colocou a equipe que criou a elogiada Lara de PS3 e Xbox 360, para remodelá-la.
Um dos detalhes usados foi a tecnologia TressFX que dá movimento ao cabelo, tornando-o bem mais real do que aquele que se movia uniformemente nos consoles antigos. Além disso, o trabalho na pele fez com que a sujeira, o suor e o sangue, que são companheiros de Lara durante toda sua aventura, ficassem mais destacados.
Os olhos também mudaram e o corpo ficou com um ar mais de mulher do que da menina indefesa do jogo anterior. As mudanças não agradaram a todos os fãs, e há quem critique a decisão de repaginar algo que já era muito bom. Entretanto em termos de detalhamento e realismo, a nova versão possui maior qualidade.
Cenários mais envolventes
Além do trabalho gráfico em cima da protagonista do game, os responsáveis pela parte gráfica de Tomb Raider: Definitive Edition deram uma atenção especial ao ambiente da ilha onde se passa a história. Efeitos do clima, o movimento das folhas, os animais que habitam o local, sombras e luzes, tudo está mais envolvente e atrativo.
Ambiente estão mais reais (Foto: Divulgação/Square Enix)
Tomb Raider: Definitive Edition vai rodar com resolução 1080p, e todas as texturas foram criadas com quatro vezes mais resolução do que nos consoles da “antiga geração”, para garantir maior resolução e detalhamento. Seja na própria Lara, na ilha ou ainda nos outros personagens, tanto os aliados quanto os inimigos da protagonista.
A Definitive Edition tem de 10 a 15 vezes mais partículas do que seu antecessor. Luzes e sombras, por exemplo, estão bem mais realistas e podem gerar um efeito visual muito mais agradável. Tudo tem mais detalhes. Até mesmo as roupas dos personagens, que podem se mover de acordo com o movimento deles e os ventos da ilha.
“Estamos além da versão para PC. Levamos o Tress FX para outro nível, fazendo-o rodar nos consoles. Depois que refizemos Lara, tínhamos que refazer Yamatai. É um mundo legal, visceral. Na última vez, era um mundo de game. Agora é um espaço real. É como ir do VHS para o Blu-Ray”, diz Amos.
Todos os DLCs estão inclusos
Além das mudanças gráficas, Tomb Raider: Definitive Edition tem algumas novidades no seu conteúdo para o usuário. O novo game possui todos os conteúdos baixáveis (DLCs) que foram lançados para PS3 e Xbox 360, sem custo adicional. Ao todo, são oito mapas, seis armas e quatro personagens para multiplayer, e seis novas roupas para Lara.
DLCs estão em Definitive Edition (Foto: Divulgação/Square Enix)
Há ainda uma versão digital da história em quadrinhos Tomb Raider: The Beginning, um livro de ilustrações chamado Tomb Raider: The Art of Survival e um documentário – The Final Hours of Tomb Raider. No Xbox One, há controles de voz no Kinect, e no PS4 a luz do controle acende quando o usuário acende uma tocha com fogo.
Polêmica entre PS4 e Xbox One
Recentemente, uma polêmica surgiu na Internet sobre a qualidade do game ser maior no PS4 do que no XOne. Anteriormente, a equipe de desenvolvimento havia declarado que o jogo rodaria a 1080p com 30 quadros por segundo em ambos os consoles. No entanto, o produtor Scot Amos teria contrariado essa previsão, dizendo que rodaria a 60fps no PS4.
Polêmica sobre qualidade surgiu nos últimos dias (Foto: Divulgação/Square Enix)
Posteriormente, em entrevista ao site IGN, um representante da Square Enix teria dito que isso não passava de um rumor, e que os dois jogos têm a mesma qualidade – 1080p com 30 fps. O caso gerou polêmica entre os gamers dos consoles e também o surgimento de notícias contraditórias em alguns dos maiores sites do ramo.
Preço alto e ausência de opção de upgrade
A grande questão em torno de Tomb Raider: Definitive Edition parece ser o seu preço alto por uma versão que é “apenas” um redesign de um jogo lançado em 2013 e adquirido por milhões de gamers nos consoles anteriores. Nos EUA, ele sai por US$ 59,99.
Game tem preço de lançamento (Foto: Reprodução/Amazon)
Não há upgrade para quem adquiriu o game no PS3 ou Xbox 360 e quer tê-lo no seu novo console. Isso foi oferecido nas versões digitais de jogos como CoD: GhostsBattlefield 4 e Assassin’s Creed 4, onde os gamers puderam fazer a “atualização” por só US$ 10.

WhatsApp: conheça os principais mitos e verdades sobre o mensageiro

WhatsApp não se tornou o mensageiro mais popular entre usuários de smartphones à toa. Com um leque de recursos que geram a comunicação rápida, além de gratuita, o aplicativo possui versões compatíveis com AndroidiOSWindows PhoneBlackBerry e Symbian. Por essas e outras, mitos, dúvidas e especulações sobre as possibilidades do app têm confundido a cabeça de muita gente. Para ajudá-los, o TechTudo preparou uma lista esclarecedora com 15 das principais polêmicas envolvendo o mensageiro. Confira!
1. O Whatsapp vai ser pago?
WhatsApp em meio a moedas (Foto: Luciana Maline/TechTudo)


Com a proposta de se manter sem a necessidade de adicionar propagandas, o WhatsApp alerta a seus usuários no ato de realização de seu login que, após um ano de teste, será cobrada uma taxa anual para o uso de US$ 0,99 (o equivalente a um aproximadamente, R$ 2,50). Porém, são frequentes os relatos de usuários que ultrapassaram esse tempo e não foram cobrados por isso. 

Apesar disso, fontes oficiais do mensageiro confirmaram ao TechTudo que, de fato, todos serão solicitados a pagar a taxa após um ano de uso e o procedimento será feito por iTunes para quem tiver iPhone e via Google Wallet para Android. Não há informações sobre o procedimento de pagamento dos demais sistemas operacionais. É importante destacar que a cobrança será somente para a utilização do app e a troca de mensagens permanecerá gratuita. 

Os usuários que quiserem saber uma previsão de quando será solicitado, o próprio WhatsApp disponibiliza detalhes sobre a previsão de pagamento. Basta acessar o menu de "Configurações" >"Informações de conta" > "Informações de pagamento".
Tela de pagamento do WhatsApp (Foto: Reprodução/ Luciana Maline)

2. Há como saber quem te bloqueou no WhatsApp?

Para manter a privacidade dos seus usuários, os desenvolvedores do WhatsApp fizeram um sistema de bloqueio de contato discreto. Não se pode afirmar com certeza que você foi bloqueado por outro usuário, mas é possível deduzi-lo a partir da soma de um conjunto de características. O usuário bloqueado deixa de ver o status “visto pela última vez”, deixa de ter acesso às atualizações de fotos de perfil e, por fim, as mensagens enviadas terão apenas o tique de envio e não o de recebimento.


Há alguns recursos, no entanto, que podem por em cheque tais premissas. O primeiro deles é o aplicativo W-Tools, cuja função é ocultar o status “visto pela última vez” em todos os contatos da lista. Ou seja, ele não separa o joio do trigo entre os números bloqueados ou não. Outra característica que deve ser levada em conta é a conectividade do receptor que, muitas vezes, pode não receber sua mensagem por estar descoberto ou por seu celular estar sem bateria. Consequentemente, você não receberá o segundo tique quando mandar a mensagem. Então, antes de tirar alguma conclusão precipitada, analisar o conjunto da obra é sempre bom.

Tela de contato do WhatsApp (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

3. O que significam os tiques e os status "online" e “visto pela última vez”?

Por falar nos famosos tiques, é bom esclarecer a função de cada um deles. Muitos usuários creem na falácia de que, por eles, podem descobrir se suas mensagens foram lidas ou não. Na verdade, o primeiro tique significa que a mensagem saiu do seu celular e foi entregue ao servidor. Já o segundo, quer dizer que ela chegou ao celular de seu destinatário, o que não garante que ela foi lida. No caso dos grupos, entretanto, ocorre apenas o tique de envio e não há como garantir que todos os componentes de um grupo tiveram acesso ao recado.


Os status online e “visto pela última vez” são autoexplicativos: se o usuário estiver com o WhatsApp aberto, ele aparecerá como “online” e, assim que fechá-lo, o mensageiro registra o último momento em que estava conectado. Vale destacar que o WhatsApp registra como "online" mesmo quando o usuário executa o app em segundo plano. Nesse caso, o status também estará como “online”, mesmo que ele esteja acessando outro app naquele momento, vendo e-mails, SMSs, ou conferindo as ligações perdidas.

Ícone do WhatsApp no Android (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

4. É possível apagar mensagens, fotos ou vídeos já enviados, mas ainda não recebidos? 

Uma intolerância do WhatsApp no fator arrependimento é não permitir apagar ou cancelar o envio de uma mensagem após o usuário ter apertado o botão "enviar". A opção fornecida pelo WhatsApp de apagar a mensagem de uma conversa produz em muitos usuários a falsa sensação de estarem interrompendo o envio do conteúdo e que ele não chegará a seu destino. Na verdade, a versão é excluída apenas de seu histórico. Portanto, não se iluda: no momento em que a mídia saiu do seu celular (apenas um tique), ela foi enviada. 

Porém, nos casos em que o conteúdo ainda estiver em seu smartphone (status que mostra o ícone de relógio) por problemas ligados à sua conexão ou à cobertura da operadora, elas podem ser deletadas sem chegar a seu destino. 

5. Conversas e fotos excluídas podem ser recuperadas?

Se o arrependimento não é um dos comportamentos estimulados pelo WhatsApp, o registro das mensagens trocadas pelas seus usuários é. O app oferece a possibilidade de realizar o backup automático das conversas ou, então, enviá-las por e-mail, anexadas como um documento .txt.  


Quem tiver as versões do WhatsApp 2.10.1 ou mais recentes no iPhone ainda tem a opção de salvá-las em iCloud ou por iTunes.

 6. Pode-se colocar senha no Whatsapp?

O WhatsApp não possui uma alternativa nativa para proteger os seus usuários de fofoqueiros, caso tenham acesso a seu celular. Entretanto, aqueles que se sentirem expostos podem recorres a alguns aplicativos terceiros, como é o caso do WhatsApp Lock, disponível para Android. O app ainda te ajuda a descobrir quem anda tentando “dar uma espiadinha” em suas conversas na sua ausência por meio da opção “View Intruder”, que tira uma foto do invasor caso ele erre a senha de desbloqueio.

7. É possível apagar de vez um contato de WhatsApp?

O WhatsApp não possui uma lista de contatos própria e seus destinatários são formados pela sincronização dos números salvos no celular (não os do cartão de memória). Assim, se um contato for deletado do celular, ele automaticamente é excluído do WhatsApp também.

Vale lembrar que, caso o contato descartado também tenha sido bloqueado, seu número fica registrado na lista de números bloqueados do WhatsApp e, por lá, poderá ser resgatado.

8. Usar duas linhas em uma mesma conta do WhatsApp é uma alternativa viável?

O aplicativo permite o cadastro de apenas uma conta, o que inibe essa alternativa. Há, no entanto, algumas opções para quem deseja usar os dois números para realizar a troca de mensagens gratuita caso seu smartphone seja rootado. Uma delas é realizar o download de um aplicativo chamado 2Lines for WhatsApp que permite o usuário  acrescentar a linha que não foi cadastrada. Quem quiser saber mais sobre esse processo, o TechTudo ajuda:


9. O WhatsApp, quando não conectado às redes 3G e 4G ou Wi-Fi, consome bateria do celular? 

Realizamos o teste em um celular Android, que ficou desconectado do pacote de dados e do Wi-Fi por um período de 12 horas. Nesse tempo, o app não demonstrou consumir bateria. Aliás, vale destacar que o consumo de bateria do WhatsApp, mesmo quando conectado à Internet, é bem restrito. 

À direita, a ausência do ícone do WhatsApp entre os consumidores de bateria quando o 3G e o Wi-fi estão desligados. À esquerda, a presença do mensageiro quando conectado à Internet (Foto: Reprodução/ Luciana Maline)

10. Como mandar uma mensagem igual para diversos contatos sem que eles saibam quem são os outros destinatários? 

Quem curte enviar aquelas mensagens genéricas de festas de fim de ano ou quer chamar uma grande quantidade de pessoas para o aniversário não precisa mais recorrer ao copiar e colar para cada contato: o WhatsApp já tem um recurso especial para esses casos. Ele ainda possibilita que as cópias enviadas tenham todos os seus destinatários preservados, recurso semelhante à cópia oculta do e-mails. 

O procedimento é feito por meio de uma lista de transmissão, que fica registrada em uma seção própria do WhatsApp. O usuário poderá enviar mensagens iguais para esse conjunto de pessoas quantas vezes quiser e editar os presentes na lista a seu bel-prazer. Vale destacar que não se trata de um grupo convencional e as mensagens de resposta irão para o menu de Conversas, como ocorre na troca de mensagens normal entre dois usuários. 


11. Há limite para o número de componentes de um grupo no WhatsApp? 

Cada grupo tem o limite máximo de 50 componentes e cada usuário também só pode fazer parte de 50 deles. Um número, de fato, bem confortável até para os mais ativos no mensageiro. 

12. Se não quiser mais quiser ouvir os alertas excessivos de notificação de mensagem de um grupo, é preciso sair dele?

Símbolo de "visto pela última vez" no WhastApp (Foto: Luciana Maline/TechTudo)


Essa vai para aqueles estafados com o excesso de alertas vindos de grupos no WhastApp. Nesses casos, não é preciso sair de um grupo para deixar de ser importunado. Há a opção de silenciar os toques por um período, que varia de oito horas a uma semana. 

13. É possível modificar o administrador de um grupo?

O usuário que cria um grupo automaticamente se torna o seu administrador e único responsável por adicionar ou excluir membros. Deve-se levar em conta, é claro, que o usuário também tem a opção de deixar o grupo espontaneamente. O que o WhatsApp ainda não permite, entretanto, é que o posto de administrador seja de outro membro enquanto o criador ainda estiver presente. Em casos da saída do criador, o WhatsApp seleciona aleatoriamente outro membro. Por mais que o fundador seja adicionado novamente ao chat, ele não retornará a seu posto.

14. Componentes adicionados em um grupo poderão ter acesso às mensagens anteriores?

Aqueles que temem o mito do novo membro ter acesso ao histórico podem ficar despreocupados. Os novos integrantes de um grupo do mensageiro só poderão ter acesso ao conteúdo compartilhado após a sua entrada. 

15 - Posso acessar a minha conta do WhatsApp pelo computador? 

Não há nenhum procedimento oficial para que isso seja feito, mas não há como negar que é possível. Basta baixar uma ferramenta que possibilite rodar aplicativos do Android, como o BlueStacks, e seguir o passo a passo que o TechTudo preparou. Com o procedimento encerrado, o usuário vai poder acessar o WhatsApp como se estivesse em seu próprio celular. 


27 de jan. de 2014

Google compra empresa de inteligência artificial DeepMind

O Google confirmou que comprou a DeepMind, uma empresa de inteligência artificial com sede em Londres que existe há cerca de três anos. Entre os produtos da DeepMind está um sistema de recomendação de produtos para lojas online, mas a companhia também desenvolve soluções para simuladores e jogos.

Larry Page, CEO do Google, diz que a intenção com a aquisição é trazer os talentos da DeepMind para a empresa de Mountain View. Fontes do Recode afirmam que a DeepMind possui pelo menos 50 funcionários e seria a última grande companhia ainda independente com grande foco em inteligência artificial.
deepmind-logotipo
O valor não foi anunciado oficialmente. O Recode diz que o Google pagou US$ 400 milhões para comprar a DeepMind, enquanto o The Information afirma que a transação foi de mais de US$ 500 milhões. Com isso, o Google teria vencido a disputa contra o Facebook, que também estaria interessado em adquirir a empresa.

Com a compra de uma empresa de inteligência artificial, não tem como não lembrar da recente aquisição da Boston Dynamics, uma empresa que já fez alguns robôs bem interessantes, como um quadrúpede que consegue correr em vários tipos de terrenos. Andy Rubin, funcionário do Google que antes era responsável pelo Android, declarou recentemente que a robótica é um dos principais focos do Google para os próximos anos. O que será que vem por aí?

Angry Birds é usado pela NSA para acessar dados de usuários de celulares

O centro de escutas do Reino Unido, GCHQ, tentou quebrar partes do código de programação do jogo ''Angry Birds'' para Android para obter dados pessoais dos usuários
A NSA (Agência de Segurança Nacional) dos Estados Unidos utiliza aplicativos vulneráveis, como o jogo "Angry Birds", para acessar informação pessoal ou dados de localização no mundo todo , revelaram nesta segunda-feira (27) os jornais "New York Times" e "Guardian".

As agências de inteligência dos Estados Unidos e Reino Unido desde 2007 tentam explorar a grande quantidade de informação obtida por aplicativos móveis e as partilhadas em redes sociais, segundo novas revelações do ex-analista externo da NSA, Edward Snowden.

Segundo os jornais, a NSA reconheceu as imensas possibilidades de espionagem que os "smartphones" reúnem pelos aplicativos, e são chamados de "sementes de ouro", revelou uma das páginas do documento, datada de maio de 2010.

A NSA recomenda buscar modos de explorar utilidades como Google Maps e obter dados de posicionamento, contatos, direções e telefones nos metadadosde fotos compartilhadas em redes sociais como Facebook, Flickr, LinkedIn e Twitter.

Os documentos que o "New York Times" mostram que especialmente os aplicativos desenvolvidos no começo da introdução dos smartphones e os que têm anúncios são os mais vulneráveis.

Os documentos revelados por Snowden mostram, por exemplo, que o centro de escutas do Reino Unido, GCHQ, tentou quebrar partes do código de programação do jogo "Angry Birds" para Android para obter dados pessoais.

No entanto, os documentos vazados hoje não falam quantos usuários podem ter sido espionados com estas técnicas ou se espionou também cidadãos americanos, o que violaria a Constituição americana.

Em uma resposta escrita, a NSA disse não buscar "perfis do americano comum nas missões de inteligência estrangeira".

O desenvolvedor de "Angry Birds", Rovio, reconheceu em 2012 que compila informação privada de seus usuários para que as empresas de publicidade online dirijam melhor sua mensagem, uma técnica que outros aplicativos também usam.

Os serviços de inteligência britânicos e americanos poderiam obter essa informação secretamente, e elas vão de raça, orientação sexual e estado civil das pessoas espionadas.


Apple bate recorde de venda de iPhones e iPads no trimestre



Apple ainda não parou de crescer, e o iPhone ainda é um sucesso, como comprovam os relatórios anunciados pela empresa nesta segunda-feira, 27. Na apresentação trimestral para acionistas e investidores, foi revelado que o último quarto de 2013 reservou um recorde de vendas do smartphones e na geração de receitas como um todo.

A empresa conseguiu fechar o período com a venda de 51 milhões de iPhones, gerando US$ 32,5 bilhões. No total, a Apple conseguiu arrecadar US$ 57,6 bilhões no trimestre. 

O iPad foi outra categoria de produtos que teve sucesso no período encerrado em 28 de dezembro. Foram vendidos 26 milhões de tablets no trimestre, o que também configura outro recorde da empresa.

Além dos dispositivos móveis, o Mac também foi bem, mas não chegou a ter desempenho recorde, com 4,8 milhões de computadores vendidos, entre laptops e desktops. Não se pode dizer o mesmo do iPod, cujas vendas declinaram em cerca de 52% em relação ao ano anterior.

Contudo, apesar de bater recordes, o valor não foi suficiente para satisfazer os analistas de Wall Street, que previam um mínimo de 54,7 milhões de smartphones vendidos no trimestre. Como resultado, as ações da Apple estão caindo em cerca de 8% no after-hours.

Outro fator negativo para a Apple é que a "casa" da empresa, que é o território das Américas, não foi bem, em comparação com o mesmo período de 2012. Houve uma queda de 1% nas receitas na região. Contudo, isso foi amenizado por uma alta relevante na China, Japão e Europa.

iOS e OS X não vão se fundir e executivo da Apple explica o porquê

iOS e OS X não vão se fundir e executivo da Apple explica o porquê

Depois da chegada do iOS, o OS X recebeu algumas adaptações que o deixaram cada vez mais parecido com o sistema móvel da Apple para iPhones, iPods Touch e iPads, como a central de notificações e a nova disposição de ícones na tela.

Diante dessa situação, restou uma pergunta óbvia: a Apple pretende fundir os dois sistemas operacionais em um só? De acordo com uma entrevista concedida à Macworld por Phil Schiller, Craig Federighi e Bud Tribble, todos da Apple, a resposta é não.

Para Federighi, é óbvio e fácil colocar uma tela touchscreen em qualquer dispositivo eletrônico, mas ele não acredita que isso vai ser sempre uma boa experiência. Já Schiller foi mais enfático ao afirmar que eles não perdem tempo pensando em fundir os sistemas operacionais, por tratar-se de um desperdício de energia.

Entretanto, Schiller também afirma que a empresa tenta “suavizar os solavancos na estrada” que tornam mais difícil para os clientes alternarem entre um Mac e um dispositivo equipado com iOS, certificando-se, por exemplo, que os aplicativos de calendário tenham o mesmo nome nos dois sistemas.

30 anos de aperfeiçoamento


A Microsoft pode estar planejando unificar Windows Phone e Windows em um sistema só, mas essa não é a visão da Apple com o OS X e o iOS. Ambos os SOs continuam e continuarão completamente separados e Federighi explica o porquê.

De acordo com ele, usar o mouse e o teclado simplesmente não é a mesma coisa que o toque com o dedo. “Este dispositivo [apontando para a tela do MacBook Air] foi aperfeiçoado durante mais de 30 anos para ser o ideal para teclados e mouses”.

Ambos os executivos deixaram claro com a entrevista que os concorrentes que adicionam uma tela touchscreen a um PC ou um teclado a um tablet estão “latindo para a árvore errada”, uma crítica bastante direta à Microsoft e a Google.

OS X com cara de iOS 7?


Jony Ive foi o responsável pela grande mudança no iOS nesta última versão e agora especula-se que ele fará uma grande e profunda alteração também no OS X. Será mesmo? Mark Gurman, do 9To5Mac acredita que não. Para ele, o OS X 10.10 (codinome “Syrah”) vai receber apenas algumas das melhorias do iOS 7, como a mudança na central de notificações.

“Eu não acredito que devemos esperar uma revisão minuciosa como a do iOS 7 no OS X neste ano”, afirmou. Gurman acredita que algumas mudanças no design devem aparecer, deixando a interface “mais plana”, mas não tão forte como à do iOS 7. 

Ainda segundo ele, o OS X não deve ganhar as mudanças de cores e formatos que redefiniram o visual do iOS. A nova versão do SO também deve se tornar mais compatível com o iOS, Airdrop e a Siri. 


Fonte: BGR9to5Mac


Samsung deve mostrar seu próprio ‘Google Glass’ em setembro

Rumores indicam que a Samsung vai lançar em setembro óculos inteligente para concorrer com o Google Glass. Segundo o jornal Korean Times, um funcionário anônimo da companhia teria dito que o Galaxy Glass – nome especulado para o dispositivo – será apresentado ao público durante a IFA 2014, em Berlim, Alemanha.
Samsung lança concorrente do Google Glass (Foto: Fabrício Vitorino/ TechTudo)


Os óculos da empresa sul-coreana devem permitir integração com smartphones. Assim, o usuário poderá ver notificações do celular, atender a telefonemas e ouvir músicas - funções parecidas com as doSamsung Galaxy Gear, o relógio inteligente da marca.
A notícia dialoga com a patente de óculos esportivos com funcionalidades semelhantes às do Google Glass, concedida à Samsung e divulgada em outubro de 2013. Segundo o funcionário, tais tecnologias não levam lucro instantâneo à companhia, mas o lançamento constante de dispositivos mostra o compromisso da empresa como líder de mercado.
O Instituto de Desenvolvimento da Sociedade da Informação da Coreia (KISDI) acredita que o mercado de dispositivos portáteis deve movimentar US$ 6 bilhões (cerca de R$ 14,4 bilhões) até 2016 e pode se tornar a próxima geração de tecnologia móvel, capaz, inclusive, de substituir smartphones. Ainda de acordo com o Korean Times, fontes anônimas indicam que a japonesa Sony também vá lançar seus smartglasses durante a IFA 2014

26 de jan. de 2014

[Rumor] Windows 8.1 Update 1 será mais fácil para desligar e aponta para fusão de interfaces

Hands-on: Windows 8.1 Preview.

A Microsoft já prepara uma atualização para o Windows 8.1, lançado em outubro do ano passado. Será o Windows 8.1 Update 1, que não deve trazer mudanças muito profundas mas, de acordo com alguns vazamentos, deve aproximar mais a interface Metro do modo clássico.
Segundo vazamento do russo WZor, uma das novas opções de configuração do Windows 8.1 U1 será a possibilidade de fixar apps baixados na Windows Store na barra de tarefas. Em resumo, isso significa colocar um atalho para o app Metro do Netflix, por exemplo, na barra de tarefas do modo clássico. Assim, será possível abrir o app sem precisar passar pela tela Iniciar:
windows81update1pinmetroapps2
Na imagem acima, a opção “Show Store apps on the taskbar” (mostrar apps da Windows Store na barra de tarefas)
Vale lembrar rumores de que o Windows 9 – que deve sair em 2015 – terá, entre novidades no mundo Metro, a possibilidade de rodar apps em uma janela separada, como programas tradicionais do modo clássico. A possibilidade de fixar atalhos na barra de tarefas já seria um passo nessa direção, e os apps Metro podem, no futuro, funcionar exatamente como softwares tradicionais funciovam em versões anteriores do Windows.
Outra novidade do Windows 8.1 U1 pode estar na forma de desligar (ou reiniciar) o seu computador. Atualmente, essa opção fica um tanto escondida. Para desligar, você precisa abrir a barra de Charms no canto direito da tela, entrar em Configurações e só aí escolher “Desligar”. O Windows 8.1 facilitou um pouco ao colocar a opção “Desligar/sair” em um menu acessível ao clicar com o botão direito do mouse no botão Iniciar, mas ainda assim é muito mais trabalhoso do que poderia ser.
No 8.1 U1, essa opção surge no canto superior da tela Iniciar, ao lado das informações de usuário, próximo também a um novo botão para pesquisa:
31189_original
Aos poucos a Microsoft cede à pressão dos seus usuários tradicionais de desktop e aproxima o Windows das suas versões anteriores. É interessante ver como ela consegue fazer isso ao mesmo tempo que não abandona completamente o mundo Metro idealizado para o Windows 8 – podemos considerar que ela admite que estava errada ao apostar tão alto no Metro, mas não o suficiente para eliminar completamente a sua existência.
O Windows 8.1 U1 deve ser lançado em março como uma atualização via download gratuita, um mês antes da conferência Build, em abril, onde espera-se que a Microsoft apresente oficialmente o Windows 9. [Wzor 12 via The Verge 12]

É possível rastrear celular pelo número ou pelo IMEI?

Ao ter o celular roubado ou furtado, muitos ficam atônitos sem saber o que fazer nos instantes seguintes. Em muitos casos, cogita-se rastrear o aparelho utilizando opções recentes em sistemas como Android e iOS. Ainda que o celular não esteja configurado para essa função, o rastreio sem qualquer tipo de configuração prévia, como é visto nos filmes, é possível. Entretanto, antes de entrarmos em mais detalhes, é preciso conhecer os métodos que permitem rastrear um celular ou smartphone apenas pelo número.
Métodos de Localização Baseados em Cell-ID ou “triangulação de antenas”
Cell ID, ou identificação da célula, é um número único atribuído a cada Base Transceiver Station (BTS) - em outras palavras, a cada torre de telefonia móvel. Com a identificação de cada torre, é possível concluir um fato inerente a era da mobilidade: a operadora da rede sempre saberá de que BTS o usuário estará próximo, já que a estrutura é o ponto de origem do sinal do celular.
Nos filmes de Hollywood, personagens costumavam usar o termo “triangulação de antenas” para descrever métodos de localização por Cell ID. Entretanto, uma única torre de telefonia móvel é suficiente para fornecer uma localização aproximada do celular.
Uma única torre pode definir uma localização aproximada de um celular (Foto: Reprodução / geckolandmarks.com)





Ao realizar uma chamada ou acessar a internet, a localização do celular é atualizada. Porém, se o aparelho permanecer inativo, sua última localização na rede será armazenada em um banco de dados chamado Home Location Register (HLR).
A partir disso, foram desenvolvidos métodos de localização como Cell ID Timing Advance, Cell Site Sector, Enhanced Cell ID Timing Advance, entre outros. Tais métodos permitem saber outro número de registro na rede, o GSM Location Area Code (LAC). A “triangulação de antenas” ainda existe e é utilizada para aumentar a precisão da localização.
Torres de celular podem definir localização aproximada do aparelho, mesmo sem internet ou GPS (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)
Por que o IMEI não serve para rastrear o celular?
O IMEI é um número de identificação internacional para equipamentos como smartphone e outros dispositivos que acessam redes móveis. Embora seja útil para bloqueio do aparelho à distância, ele não é utilizado para monitorar o smartphone. Seu uso é apenas autenticação do dispositivo na rede. Ao bloquear um IMEI, ele entra em uma “lista negra” das operadoras de telefonia móvel e fica impedido de autenticar em qualquer operadora.
Então, ao ter o celular furtado poderei rastrear só pelo número?
Infelizmente, a resposta é não. Métodos de localização utilizando “triangulação de antenas”, ou Cell ID só podem ser realizados no próprio telefone celular. Em caso de furto ou roubo, o usuário teria que solicitar a quebra do seu próprio sigilo telefônico para fins de localização. Porém, essa quebra de sigilo esbarra no Código Penal Brasileiro, que concede o direito apenas em “hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal” (inciso XII do art. 5º da Constituição Federal). Não há cláusulas referentes à localização para aparelhos furtados ou roubados.