3 de fev. de 2014

Conheça os tablets que permitem receber e fazer chamadas telefônicas

Tablets que permitem fazer e receber chamadas já são uma realidade e há, inclusive, modelos que estão à venda no Brasil. Além dos foblets, já popularizados, marcas como HPSamsungLG e Asus já têm representantes dessa categoria. Além de fazer ligações, os usuários também podem usar neles apps como o WhatsApp, que requerem um cartão SIM. Confira os principais dispositivos do mercado!
Marcas como a LG, Samsung e HP estão investindo em tablets que telefonam (Reprodução/ Huawei)

MediaPad 7 Vogue
O MediaPad 7 Vogue tela de 7 polegadas com resolução de 1024x600 pixels (Reprodução/Huawei)
O MediaPad 7 Vogue, da Huawei, tem uma tela de 7 polegadas com resolução de 1024 × 600 pixels. Apesar de permitir fazer e receber chamadas, o dispositivo tem configurações – e dimensões – de um tablet. O aparelho conta com um processador quad-core Cortex-A9  de 1,2 GHz, 1 GB de memória e 8 GB de armazenamento interno (expansível em até 32 GB via microSD).
O tablet é compatível com conexões Wi-Fi 802.11, 2G e 3G. O aparelho tem 9,5 mm de espessura, um pouco mais de 12 cm de largura, 19 cm de altura e pesa 335 g. O aparelho, munido do sistema operacional Android 4.1, vem com uma câmera frontal de 0,3 megapixel e traseira de 3 megapixels. A empresa usou uma bateria de 4.100 mAh. O preço do MediaPad 7 Vogue é de US$ 300 (aproximadamente R$ 700 em conversão direta).
Samsung Galaxy Tab 3 e Galaxy Note 8.0
O Galaxy Tab 3 vem com uma câmera frontal de 3MB e traseira de 1.3 MP (Reprodução/ Samsung)

A  Samsung conta com dois modelos de tablets com suporte a chamadas de voz e mensagens SMS: o Galaxy Tab 3 e o Galaxy Note 8.0. O primeiro tem um display de 7 polegadas (1024 x 600 pixels de resolução), processador dual-core de 1,2 GHz, bateria de 4.000 mAh e slot de memória externa de até 32 GB. O aparelho de 306 g e 9,9 mm de espessura vem de fábrica com Android 4.1, suporta conexões 3G, Wi-Fi e Bluetooth e ainda com uma câmera frontal de 3 megapixels e traseira de 1,3 megapixel. 

O Samsung Galaxy Note 8.0 também é equipado com sistema operacional Android 4.1, mas conta com um hardware mais potente: tem uma CPU quad-core de 1,6 GHz, memória de 16 GB e bateria com capacidade de 4.600 mAh. 
O aparelho, que tem suporte a conexões 2G, 3G  e Wi-Fi, tem uma câmera principal com resolução de 5 megapixels e uma secundária de 1,3 megapixel. O tablet de 8 polegadas vem ainda com a S Pen, uma caneta específica para facilitar o uso do dispositivo. No Brasil, o Galaxy Tab 3 sai por cerca de R$ 600 e o Galaxy Note 8.0 custa R$ 1 mil.
Asus FonePad
O Asus Fonepad 7 vem com Android 4.2 de fábrica (Reprodução/ Asus)
O FonePad e FonePad 7 são investimentos da Asus nesse mercado de tablets que permitem fazer telefonemas. Ambos os dispositivos têm displays de 7 polegadas com 1280 × 800 pixels de resolução e vêm com sistema operacional Android.
O FonePad 7 é equipado com um processador dual-core Intel Atom Z2560 dual-core de 1,6 GHz, tem 1 GB de memória RAM e 8 GB de armazenamento interno (sendo possível aumentar a capacidade com cartão microSD). Sua câmera frontal tem 1,2 megapixels e a traseira tem 5 megapixels.
Já o Fonepad tem CPU Intel Atom Z2420 de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e 16 GB de memória interna. O aparelho tem uma câmera principal de 3 megapixels e secundária de 1,2 megapixel. O Asus FonePad 7 custa € 249 euros (aproximadamente R$ 810) e o FonePad está à venda no Brasil por a partir de R$ 699.
Freecel Freepad F704
Apesar de ser um aparelho de entrada, o Freepad F704 tem configurações interessantes (Reprodução/ Freecel)
O dispositivo da Freecel tem bateria de 4.000 mAH, que suporta até cinco horas usando o 3G ou o Wi-Fi 802.11 b/g/n. O tablet tem ainda câmera traseira de 2 megapixels e dianteira VGA, sendo possível gravar vídeos com as duas ao mesmo tempo. O aparelho custa em média R$ 500.O Freecel Freepad F704 é um tablet com display de 7 polegadas com Android 4.0. Ele é um aparelho de entrada, com processador de 1,0 GHz, 512 MB de RAM e memória interna de 4 GB (expansível em até 32 GB com cartão de memória).
HP 10 Tablet
O HP 10, por enquanto, só está disponível no mercado indiano (Reprodução/ Flipcard)
O HP 10 Tablet foi lançado em 2014 e por enquanto está disponível apenas no mercado indiano. O aparelho equipado com Android 4.1 tem um display maior do que os da concorrência: 10 polegadas (com 1280 x 800 pixels de resolução). O dispositivo vem com câmera frontal de 0,3 megapixel e traseira de 2 megapixels.
O HP 10 Tablet tem um processador dual-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno, expansíveis em até 32 GB. O aparelho pesa 632 g e tem 263 mm de altura por 173 mm de largura e 10,9 mm de espessura.

Google Now finalmente chega ao Chrome Beta

Google Now finalmente chega ao Chrome Beta



Estava ansioso para usufruir das funcionalidades do Google Now a partir do seu desktop? Pode começar a comemorar. A gigante de Mountain View acaba de anunciar que a versão mais recente do Chrome Beta passará a contar com recursos do assistente pessoal a partir de uma atualização lançada hoje (3) pela companhia. 

A novidade está disponível para as edições do browser para o Mac OS, Windows e Chrome OS.


Para ativar a novidade, basta instalar o Chrome Beta no seu computador e fazer login com a mesma conta Google que você utiliza em seu smartphone Android. 

Por enquanto, a integração do navegador com o Now se limita à exibição de alertas variados na central de notificações (trânsito, lembretes de voos, resultados de jogos esportivos etc.). Você pode baixar a build mais recente do Chrome Beta através deste link.


Fonte: Chrome Blog


Legislação brasileira ainda não proíbe o uso do Google Glass por motoristas

Legislação brasileira ainda não proíbe o uso do Google Glass por motoristas


Quando a Google anunciou o Google Glass, várias pessoas viram as vantagens do novo aparelho, mas existem alguns problemas que ele pode causar, como distrair motoristas que o utilizarem. Apesar de não ter chegado oficialmente às lojas, o gadget já foi centro de polêmicas nos EUA, e agora surge a dúvida relacionado ao uso dele nas ruas e estradas do Brasil.


Recentemente, uma moradora da Califórnia dirigia pelas ruas do estado enquanto usava uma versão de testes do Google Glass. Ela foi multada por infringir a lei estadual que proíbe o uso de telas que diminuam a atenção de motoristas ao volante. 

A justiça do estado encerrou o caso, alegando que não era possível confirmar que a moradora estava com o aparelho ligado.
Já no Brasil, não existe uma lei que libere ou proíba o uso do vindouro aparelho. 

De acordo com o advogado Armando de Souza, presidente da Comissão Especial de Acompanhamento e Estudo da Legislação de Trânsito da OAB/RJ, em entrevista à revista Auto Esporte, enquanto não existir uma resolução publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito, o uso do Google Glass ao volante será liberado.

Lentidão para acompanhar a tecnologia


Para que o uso do Google Glass seja proibido durante a direção, o Contran precisaria publicar uma resolução normatizando o uso de determinados produtos, admitindo que eles podem distrair motoristas. Isso já foi feito com aparelhos celulares, que têm seu uso proibido enquanto o motorista dirige.

Enquanto não ocorrer uma medida do órgão responsável, a partir do momento em que o Google Glass for vendido em todo o mundo existe a possibilidade de motoristas brasileiros dirigirem pelas ruas do país enquanto utilizam o gadget.




Steam Music: nada como escutar suas músicas favoritas enquanto joga

Steam Music: nada como escutar suas músicas favoritas enquanto joga

O Steam segue firme em seus planos de dominação global e, em breve, trará a seus zilhões de usuários outra ferramenta que será uma mão na roda: Steam Music, recurso que permitirá aos jogadores escutarem suas coleções musicais favoritas durante a jogatina.


Na prática, a ferramenta permitirá que as pessoas apontem o Steam ao diretório de canções no HD do computador e, a partir dali, o Steam Music apresentará uma intuitiva interface por meio da qual os usuários podem navegar por toda a biblioteca musical relacionada a um determinado software – iTunes, por exemplo, e outros.

Os jogadores poderão executar faixas e álbuns completos através do Steam Music ao acessar o tocador de player a partir do botão-guia do controlador ou a partir do menu principal do Steam. Dentre as possíveis ações adicionais, os usuários poderão criar e gerenciar playlists, dividir bibliotecas por álbuns, artistas e mais.

Steam Music: nada como escutar suas músicas favoritas enquanto joga

Uma versão Beta do Steam Music será lançada em breve pela Valve. De acordo com a companhia, o Beta vai oferecer “aquilo que ela acredita ser o mais fundamental conjunto de recursos para oferecer uma ótima experiência ao escutar músicas dentro do Steam”.

Os interessados podem visitar a página oficial da comunidade clicando aqui para se juntar ao grupo do Steam Music e angariar uma chance de acesso ao Beta.

Vale lembrar que a Valve já havia feito anúncios dizendo que serviços de streaming de filmes, programas de televisão e música chegariam ao Steam, mas parece que o Steam Music não necessariamente tenha alguma ligação com tais anúncios. 

Bem, só o tempo dirá.
O fato é que agora você vai poder curtir aquela tal de “Run to the Hills”, do Iron Maiden, enquanto joga DayZ. Correr dos zumbis para as colinas certamente será mais divertido.


Fonte: Steam


Nintendo vê consoles de mesa e portáteis não sendo tão diferentes no futuro

Nintendo vê consoles de mesa e portáteis não sendo tão diferentes no futuro

Que a Nintendo não anda bem das pernas, não é segredo para ninguém. Os números apresentados pela companhia em seu último relatório fiscal não são nada favoráveis e mostram um decréscimo proporcional de suas ações, principalmente as que dizem respeito ao Wii U.

Visando um futuro promissor, a “Big N” pouco a pouco começa a beliscar o setor mobile, já que, no ramo dos portáteis, a empresa é inquestionável. O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, disse que a companhia está tentando fazer com que seu console da próxima geração seja páreo com o futuro portátil da marca e afirmou que “os dois sistemas não serão mais completamente diferentes”.

“No ano passado, a Nintendo reorganizou suas divisões de Pesquisa e Desenvolvimento e integrou as equipes de desenvolvimento de portáteis e de consoles domésticos, unificando-as numa única divisão sob a tutela do Sr. Takeda”, declarou o executivo ao site japonês da Nintendo.

Iwata mencionou a rapidez com que se dão os avanços tecnológicos e explicou como isso pode influenciar determinadas decisões no âmbito empresarial. “Como os avanços tecnológicos ocorrem numa velocidade dramática e somos compelidos a escolher as melhores tecnologias para os video games sob restrições de custo, cada vez que desenvolvemos uma nova plataforma sempre acabamos por criar um sistema que é completamente diferente de seu predecessor. A única exceção foi quando partimos do GameCube para o Wii”, explicou.

Flertando com o mercado mobile


Também já é fato universal que a Nintendo tem flertado com o mercado mobile há algum tempo e deve arrancar uma casquinha disso em breve. Curiosamente, Iwata tocou no assunto e chegou a citar o iOS, da Apple, e o Android, da Google, como plataformas que ele gostaria de emular com futuros sistemas da Nintendo.

O executivo admitiu que ainda não sabe se o próximo console da companhia será uma espécie de solução “All-in-One” ou se eles poderiam adotar uma trajetória diferente e lançar diversas variantes de hardware distintas, com todas rodando o mesmo sistema operacional básico e, portanto, executando os mesmo jogos – uma filosofia similar ao que veremos no SteamOS com as Steam Machines, talvez.

Nintendo vê consoles de mesa e portáteis não sendo tão diferentes no futuro

“Não tenho certeza se as dimensões e a configuração do hardware serão integradas. 

Em contraste, podemos ter mais de uma opção. Atualmente, podemos oferecer apenas dois tipos, porque se tivéssemos três de quatro diferentes arquiteturas, enfrentaríamos escassez de softwares em qualquer plataforma. Para citar um caso específico, a Apple é capaz de lançar dispositivos smart com diversas arquiteturas, um atrás do outro, porque há uma maneira de programar adotada por todas as plataformas. 

A Apple tem uma plataforma comum, que é o iOS. O Android é outro exemplo: embora existam vários aparelhos, há uma forma comum de programação na plataforma que funciona com diversos modelos. As plataformas da Nintendo devem ser como esses dois exemplos”, comparou o presidente.

De acordo com as prospecções de Iwata, isso permitiria “resultados tangíveis” no futuro.

“Esperamos mudar e corrigir a situação na qual desenvolvemos games [nos dias de hoje] para diferentes plataformas individualmente, em que às vezes podemos decepcionar os consumidores com escassez de títulos à medida que tentamos migrar de uma plataforma para outra. Acreditamos que é possível entregar resultados tangíveis [com essa filosofia nova] no futuro”, completou.

Bem, agora ficou mais do que escancarado que existe uma cratera entre a equipe que trabalha no 3DS e aquela que fica a cargo do Wii U, por exemplo. A Nintendo, ao que parece, deseja unificar os times de desenvolvimento.

Fonte: Nintendo

Google libera kit de desenvolvimento do Chromecast

Lembra quando, no anúncio do Chromecast, foi prometido que seria possível desenvolver aplicativos para ele? O dia chegou: o Google anunciou hoje que a plataforma foi aberta para desenvolvedores.

Isso quer dizer que quem quiser deixar seu conteúdo disponível no dongle pode fazê-lo de forma simples: basta baixar o SDK e incorporá-lo ao app ou ao site já existentes. Assim, a única coisa que muda é a adição do ícone do Chromecast na interface; de resto, o app ou site continua igual ao que os usuários já estão acostumados.

Para quem é desenvolvedor, o vídeo abaixo explica como é o kit de desenvolvimento:


Por enquanto, são poucos os serviços que têm suporte ao Chromecast, como Netflix, Pandora, Hulu Plus e, claro, YouTube, Google Play TV & Movies e Music, entre outros, além do próprio navegador Chrome.

O Chromecast já é um sucesso de vendas, apesar da restrição geográfica 
(por enquanto, ele só é vendido nos Estados Unidos, mas funciona normalmente aqui, caso você queira trazer um de lá).

Com a plataforma aberta, devemos ver o dongle atingir seu potencial máximo com o que será criado pelos devs.

Segundo o Google afirma, todos os Chromecasts já receberam o update que os deixa compatíveis com o SDK, então, para quem não é desenvolvedor, é só esperar pelas novidades. O kit de desenvolvimento está disponível neste link.


NET lança banda larga de fibra ótica com velocidade de 500 Mb/s

Já é possível montar uma mini Campus Party na sua casa. É que a NET lançou um novo plano do Vírtua para pessoas físicas com velocidade de 500 Mb/s. A velocidade é maior que a da conexão da minha casa e da sua juntas (e provavelmente de mais um bocado de pessoas). O produto será inicialmente lançado nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Pode-se dizer que o Vírtua de 500 Mb/s é a oferta com a maior velocidade de banda larga do mercado. E a velocidade de upload não decepciona: são 100 Mb/s, banda suficiente para você enviar tudo o que quiser para serviços de armazenamento na nuvem. O maior problema até então é o preço: dentro do combo com TV e telefone, essa banda larga sai por R$ 799,90. Se você quer assinar somente a banda larga, prepare o bolso: custa R$ 1.499,90. Ai.

Um entrave para o plano é a franquia de dados: você tem direito a 500 GB de tráfego. Após o consumo, a velocidade pode ser reduzida para 10 Mb/s. A franquia até pode parecer grande, mas com uma velocidade dessas é possível esgotá-la rapidinho. A NET já possui franquia nos seus planos com velocidades inferiores, embora vários clientes relatem que a operadora não pratica a tal redução de velocidade.

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Especialmente para a velocidade de 500 Mb/s, a NET não fornecerá modem com Wi-Fi. Faz certo sentido, uma vez que vários clientes ficarão frustrados ao descobrirem que seus equipamentos são insuficientes para atingir a velocidade máxima da rede. 

A empresa, no entanto, recomenda que o cliente utilize a conexão via Gigabit Ethernet ou através de equipamentos compatíveis com Wi-Fi 802.11ac, tecnologia essa que promete velocidades de transferência que superam 1 Gb/s.

Quem contratar o serviço no NET Combo receberá gratuitamente uma banda larga extra de 30 Mb/s, que vem com modem Wi-Fi. Não entendi muito bem o porquê de ter duas conexões banda larga da mesma operadora, mas tudo bem.

Finalmente, internet de fibra ótica


A banda larga de 500 Mb/s é o primeiro serviço da NET que opera com fibra ótica até a casa do cliente, através da tecnologia FTTH. Apesar de todas as propagandas da operadora, a NET entrega as velocidades de até 120 Mb/s na tecnologia HFC, que utiliza um cable modem para conectar a casa do cliente até o poste.

A conexão passa a utilizar fibra ótica apenas quando os dados chegam na central da operadora. Até aí, todas as operadoras são assim (inclusive conexões móveis), sendo que a tecnologia de fibra ótica não é algo exclusivo da NET. Atualmente, GVT, Oi e Vivo já oferecem alguns planos de banda larga que utilizam a tecnologia FTTH.

O serviço estará disponível a partir deste mês e deve ser contratado pelo site da operadora.

Paper, novo app do Facebook, traz uma experiência reformulada para consumo de conteúdos

Anunciado há poucos dias pelo Facebook, o aplicativo Paper finalmente foi disponibilizado para download na App Store norte-americana. A princípio, deu um tantinho de trabalho para baixar, já que o nome é bastante comum e o app é novo, o que o jogava para o fim de uma grande lista de aplicativos que envolvem até mesmo games de amassar papel e acertar uma lixeira virtual.

paper

Idealizado para funcionar em iPhones (a galera do Android ainda vai precisar esperar por um tempo indefinido), o aplicativo surge justo em um momento em que várias publicações têm notado um aumento do tempo de visita de quem acessa as páginas a partir de dispositivos móveis, e se esmera em oferecer uma melhor experiência de consumo de conteúdo.

Assim que o app é instalado, uma assistente de voz acompanha o usuário por um tour sobre as funcionalidades, explicando passo a passo como cada uma delas pode ser utilizada. 

Logo no início, é preciso escolher quais serão os “cadernos” que farão parte do seu Paper. 

A ideia é bem semelhante aos de jornais impressos – dá para escolher seções como tecnologia, manchetes do dia, diversão, família, fotografia, esportes, e assuntos como feminismo, estilo de vida e orgulho gay.

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Ao deslizar pelas notícias de um determinado caderno, dá para perceber que elas são dispostas com uma manchete e outras notícias adjacentes, que aparecem no rodapé. Para ler, basta selecionar uma delas e ver em tela cheia.

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Se houver uma imagem em alta resolução, basta inclinar o telefone da direita para a esquerda (ou vice versa) para conseguir visualizar a imagem completa sem sair da tela cheia. 

Esse gif ajuda a entender como funciona:

Imagens em alta resolução podem ser vistas ao inclinar o telefone de um lado para o outro

A apresentação das notícias e informações tende a ser mais agradável que a existente no app tradicional do Facebook. Os conteúdos, quando colocados em tela cheia, têm letras grandes que facilitam a leitura, se expandem pela largura da tela e ajudam a criar um foco: com o texto em destaque, em tela cheia, é mais difícil de se perder do que se está lendo.

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Leitura em tela cheia no Paper

Uma das coisas que eu gostei e que acho que faz bastante diferença é a possibilidade da leitura de uma matéria ou artigo a partir do próprio app, sem precisar sair para o Safari (já tive que fazer isso várias vezes a partir do aplicativo do Facebook). 

O navegador que abre o link selecionado ocupa a tela toda, sem bordas ou rodapés, facilitando a leitura e ajudando na concentração (Millenials agradecem o empurrãozinho; veja ao lado). 

Depois de encerrada a leitura, basta deslizar o dedo de cima para baixo para minimizar aquela postagem, ou clicar em uma discreta seta para baixo que aparece na tela.

Quem já tentou fazer leituras mais extensas dentro do app do Facebook também vai apreciar o fato de que o Paper volta exatamente ao ponto de partida do link, permitindo que você comente, curta ou compartilhe o conteúdo, sem precisar ficar tentando caçá-lo novamente depois da atualização da timeline, que em grande parte das vezes rola para cima e faz com que você acabe desistindo de interagir com o que acabou de ler (pela pura preguiça de precisar ir rolando até achar aquele tópico novamente).

Postar no Facebook também pode ser mais agradável, já que a janela de postagem mostra letras maiores, mais fáceis de enxergar.

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Eu testei o Paper em um iPhone 4S, mas os desenvolvedores afirmam que ele foi otimizado para a tela do iPhone 5, que é um tantinho maior. Em todo caso, até a leitura dos conteúdos que aparecem no rodapé de cada caderno pode ser feita sem a necessidade de puxar o conteúdo para cima para conseguir ler.

Segundo a Wired, a curadoria dos conteúdos das abas que não são a sua timeline do Facebook (aqueles cadernos que você seleciona logo no início) será feita por um misto de algoritmos e editores humanos. A vantagem é que você poderá ser impactado por conteúdos produzidos por veículos que você não necessariamente curtiu na rede social.

O design e a usabilidade surpreendem por serem pouco parecidos com o que já conhecemos do app do Facebook, e ter uma cara mais semelhante à do Flipboard. O The Atlantic destaca que o desenvolvimento do app foi realizado por um time em separado. 

Ele é formado por ex-funcionários da Apple liderados por Mike Matas, fundador da Push Pop Press, empresa que foi adquirida pelo Facebook em agosto de 2011, quando era conhecida por fazer ebooks muito interessantes para dispositivos iOS. 

Quem utiliza o Paper reconhece que a experiência da Push Pop Press com livros virtuais pode ter feito toda a diferença na criação do app.

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Apesar de toda a beleza e facilidade de uso do Paper, é bom sempre destacar o interesse tácito do Facebook: não se trata apenas de uma medida altruísta que quer facilitar o seu consumo de notícias, também é arriscar na criação de um novo modelo comercial, que explora a necessidade do leitor de ter uma curadoria (automática, humana ou mista) dos conteúdos a que ele é exposto todos os dias. 

Não seria de se estranhar se Mark Zuckerberg lançasse um novo estilo de impulsionamento de postagens, que faria com que elas aparecessem em determinados cadernos do Paper, como uma indicação dos editores. Conteúdos que seriam pagos para aparecerem no melhor espaço da rede social, praticamente uma manchete premium.

Também há dúvidas se o Paper vai mesmo emplacar. Inclusive porque isso depende da aceitação dos usuários, já que o Paper será apresentado como uma visualização alternativa da timeline do Facebook. Em todo caso, é uma aposta em um novo modelo de consumo de conteúdo, que tem como objetivo ajudar o leitor a passar (ainda) mais tempo na rede social. 

Seria um fôlego extra para o Facebook.

Com design e usabilidade agradáveis, o Paper pode sim cair no gosto dos usuários, mas essa resposta só o tempo vai trazer. 

Os anunciantes, no entanto, já podem preparar os bolsos: provavelmente precisarão investir ainda mais para ganhar destaque, seja com uma produção de conteúdo com maior qualidade ou no montante gasto para impulsionar a publicação no Facebook.


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Projeto Outernet quer oferecer WiFi global a partir do espaço

Já pensou em poder acessar determinada rede WiFi em absolutamente qualquer lugar do mundo? O Outernet não oferece exatamente isso, mas chega perto: recém-anunciado, este projeto visa criar uma rede sem fio global com o uso de um “enxame” de satélites.

Mais precisamente, esta rede seria formada por CubeSats, um tipo de satélite de baixo custo e em formato de cubo, como o nome deixa explícito, que chama a atenção por seu tamanho diminuto, por seu peso que normalmente não passa de dois quilos e, pelo menos no caso do Outernet, por utilizar um sistema baseado em Arduino.

Um CubeSat (Fonte: Wikipedia)

A ideia é de explicação simples, mas de execução “extra hard”: estes pequeninos satélites seriam lançados ao espaço e, uma vez em órbita, receberiam sinal de uma rede de estações no solo terrestre para então realizar transmissões por alguma tecnologia WiFi multicast.

Como os CubeStats considerados para o projeto são muito pequenos e não têm sistema de propulsão, o seu lançamento ao espaço seria feito a partir de “caronas” em missões espaciais. 

Isso já aconteceu, inclusive: em novembro de 2013, a NASA instalou na Estação Espacial Internacional um lançador de CubeStats que têm diversas pequenas finalidades: capturar fotos do espaço, calcular a temperatura em determinados pontos da Terra, enfim.

outernet

Ainda não se sabe ao certo quantos CubeStats seriam necessários para criar a rede (estima-se que uns 150, inicialmente), qual seria o alcance de cada um e como seria a rotina de substituição das unidades danificadas ou incomunicáveis, mas o plano é cobrir todo o planeta, sem cobrar um centavo por isso.

Se o projeto der certo, conseguiremos acessar a internet de qualquer lugar? Pode até ser, mas não da forma como estamos acostumados. A prioridade é utilizar o Outernet para fins educacionais, oferecer comunicação em áreas afetadas por desastres naturais ou que sofrem censura política, dar acesso a determinados serviços online de interesse global (como o OpenStreetMap) e assim por diante.

Utópico? Talvez, mas o projeto ao menos pode ser o embrião de alguma tecnologia interessante.


2 de fev. de 2014

Lançamentos de Games - Fevereiro de 2014

Diferente do marasmo do mês passado, fevereiro vai ser um dos melhores meses deste primeiro semestre de 2014. Além de maior quantidade, vários jogos de peso para praticamente todas as plataformas chegam às prateleiras e prometem fazer os jogadores ficarem grudados por dezenas de horas na frente da TV (ou do monitor).

 
Para PC e consoles, "Thief" é um dos grandes lançamentos de fevereiro
Duvida? Então saca só quais são alguns dos principais destaques para fevereiro: "Castlevania: Lords of Shadow 2", "Donkey Kong Country: Tropical Freeze", "Fable Anniversary", "Lightning Returns: Final Fantasy XIII", "NASCAR '14", "Thief" e "Plants vs Zombies: Garden Warfare". Claro que tem vários outros games também, mas você só vai ficar sabendo quais são se der uma olhada na listagem abaixo. 

ASUS lança PC supercompacto com Bay Trail-D

Asus anunciou o computador Eee Box EB1037, um aparelho bastante compacto e sem fans, equipado com processadores da família Bay Trail. O pequeno PC vem com uma CPU quad-core Celeron J1900 operando a 2.0GHz, com versões de 2 ou 4GB de memória RAM, sendo possível fazer upgrade até 8GB.
Apesar das medidas enxutas (21.9 x 17.25 x 2.9 cm), o Eee Box também traz um chip gráfico dedicado, um Nvidia GeForce 820M com 512MB de memória. O pequeno computador também inclui conexão wireless 802.11b/g/n/ac, Bluetooth 4.0, armazenamento em HD de 320GB até 1TB ou SSD de 64GB a 128GB. Com uma porta D-sub e saídas HDMI, o Eee Box possui suporte a até dois monitores.
Com foco em produtividade e baixo consumo, o computador compacto promete um consumo até 70% menor que o de um dispositivo tradicional. Mais detalhes podem ser vistos no link oficial do produto.